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Helena? Helena? Onde 'stás agora? Apesar do pouco tempo da partida, a lembrança me castiga, faz ferida e a tristeza solidária me namora.
Onda calma de sono me invade quando oscilo sobre a rede no quintal. Teus beijos... teus abraços... teu rosto divinal... que saudade, Helena! Que saudade!
Tremor vago o meu corpo já domina, ao sentir que a bela fantasia s'esvaece logo que o sonho termina.
E quem entende a minha dor, o meu desgosto e a escassez que há em mim de alegria, é o zéfiro que banha o meu rosto.